Durante o aviso-prévio as relações trabalhistas permanecem iguais

O aviso-prévio acontece quando o empregado ou a empresa informa sobre a rescisão do contrato de trabalho. O objetivo desse acordo é evitar contratempos e incômodos para as duas partes.

Para o funcionário, o aviso-prévio é importante porque lhe garante tempo para buscar um novo emprego e se realocar no mercado de trabalho. Para o patrão, o comunicado agiliza o processo de substituição para a função.

Existem duas modalidades de aviso-prévio: o trabalhado e o indenizado. No primeiro caso, o empregado deve trabalhar durante 30 dias, com a opção de reduzir seu expediente em duas horas ou eliminar sete dias consecutivos no final do contrato.

Já no caso do aviso-prévio indenizado, o funcionário tem o direito de receber o salário referente aos 30 dias de aviso, mesmo sem trabalhar. Esse pagamento deve ser realizado em dez dias após a demissão.

Ausência no serviço

O aviso-prévio não significa a extinção contratual, ele é apenas uma notificação de que o contrato de trabalho será encerrado. Portanto, se o empregado faltar durante esse período, a empresa pode descontar de seu salário.

Em caso de faltas excessivas, o trabalhador pode ser advertido, suspenso, ou até mesmo, em casos mais graves, demitido por justa causa.

De acordo com o presidente do Sinttrol, João Batista da Silva, o funcionário pode optar por se ausentar do serviço durante sete dias no final do aviso-prévio ou reduzir duas horas da sua rotina de trabalhado até o último dia de aviso-prévio previsto.

“Ao receber o aviso-prévio, empregado e empregador devem continuar cumprindo suas obrigações. O empregador tem o dever de fazer os pagamentos corretos e cuidar para que o ambiente de trabalho também se mantenha adequado para esse funcionário”, afirma.

Fonte: Sinttrol

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